Psiquiatra para adolescentes em Recife
Avaliação e acompanhamento de adolescentes a partir dos 15 anos com queixas de atenção, ansiedade, humor, sono ou comportamento. A consulta envolve o jovem e a família, com escuta a sós e sigilo combinado desde o início. CRM-PE 30267 · RQE 17037.
Resposta rápida · Seg–Sáb 9h às 18h · Como funciona e valores

Dr. Peter Nascimento
Médico Psiquiatra · adultos e adolescentes
Quem é atendido
Adolescentes a partir dos 15 anos, com ou sem diagnóstico prévio. Isso inclui quem está em avaliação pela primeira vez, quem já tem diagnóstico de TDAH ou ansiedade e precisa de acompanhamento, e famílias que percebem um padrão diferente do esperado para a idade e querem entender o que está acontecendo.
Para crianças e adolescentes abaixo dessa faixa, a indicação é um psiquiatra da infância e adolescência ou um neuropediatra.
Consulta com o jovem e com a família
Sigilo combinado com o adolescente
Primeira consulta de 1h a 1h30
Escalas validadas, como a SNAP-IV
Quadros mais comuns na adolescência
Muitas vezes os quadros aparecem juntos. A avaliação serve justamente para separar o que é fase, o que é contexto e o que precisa de tratamento.
TDAH
Desatenção, desorganização, notas oscilantes e impulsividade que aparecem com mais força no ensino fundamental II e no médio.
Saber maisAnsiedade
Preocupação constante, medo de provas e de situações sociais, crises com coração acelerado, evitação da escola.
Saber maisHumor e sono
Tristeza persistente, irritabilidade, isolamento, perda de interesse, sono invertido ou insônia que não melhora.
Saber maisTelas, jogos e redes
Uso que sai do controle, perda de sono e de rendimento, conflitos em casa e dificuldade de parar mesmo querendo.
Alimentação
Restrição, compulsão, preocupação excessiva com corpo e peso, perda ou ganho rápido de peso.
Saber maisÁlcool e outras substâncias
Uso experimental que vira frequente, muitas vezes como forma de lidar com ansiedade ou desatenção.
Como funciona a consulta com adolescente
A primeira consulta dura entre 1h e 1h30 e é dividida em três momentos.
Conversa inicial com a família
Pais ou responsáveis contam o que observam, a história desde a infância, a rotina e o que motivou a busca por avaliação.
Conversa a sós com o adolescente
Espaço para o jovem falar sem plateia, com sigilo. É aqui que costumam aparecer as informações mais importantes.
Fechamento em conjunto
Hipótese diagnóstica explicada com clareza, próximos passos e o que cada um pode fazer para ajudar.
Sinais de que vale procurar avaliação
Nenhum sinal isolado fecha diagnóstico. O que importa é a persistência e o prejuízo em casa, na escola ou nos relacionamentos.
- Pensamentos de morte, automutilação ou falar em não querer mais existir
- Mudança brusca de comportamento, isolamento ou queda abrupta no humor
- Queda visível no rendimento escolar sem explicação por um evento pontual
- Dificuldade persistente de atenção, organização ou impulsividade há mais de seis meses
- Crises de ansiedade frequentes, recusa escolar ou medo intenso de situações sociais
- Sono desregulado por semanas, com prejuízo claro no dia a dia
Pensamentos de morte ou automutilação pedem atenção imediata. Nesse caso, procure um pronto-socorro psiquiátrico, um pronto-socorro psicológico ou ligue para o SAMU (192).
O papel da família
O tratamento avança quando a família entra junto: validando o esforço do adolescente, combinando regras simples e sustentáveis, cuidando de sono e rotina e, quando o jovem concorda, conversando com a escola sobre adaptações.
Cobrança baseada em culpa e comparação com irmãos costumam piorar o quadro. Os pais recebem orientação prática sobre o que ajuda e o que atrapalha.
Presencial ou online
O atendimento presencial acontece no Shopping ETC, nos Aflitos, Recife. A teleconsulta atende famílias de qualquer cidade do Brasil, com um responsável presente no início da consulta.
Quando há medicação controlada em receituário tipo A, a receita pode ser retirada no consultório pelo responsável.
Perguntas frequentes
O que pais e adolescentes costumam perguntar antes da primeira consulta.
A partir de que idade o Dr. Peter atende adolescentes?+
A partir dos 15 anos. Para crianças e adolescentes mais novos, a indicação é um psiquiatra da infância e adolescência ou um neuropediatra.
Os pais precisam participar da consulta?+
Sim, ao menos na primeira consulta e nas etapas em que há decisões de tratamento. Menores de 18 anos precisam vir acompanhados de um responsável. Parte da consulta acontece com o adolescente a sós, e parte em conjunto.
O que o adolescente conta fica em sigilo?+
O conteúdo da conversa é sigiloso, e isso é combinado com o jovem desde o início. A exceção é quando há risco à vida ou à segurança dele ou de outras pessoas. Nesses casos, a família é informada, e o adolescente sabe disso antes.
O diagnóstico de TDAH no adolescente é diferente do adulto?+
A base é a mesma, mas na adolescência a hiperatividade motora costuma diminuir e a desatenção, a desorganização e a impulsividade ficam mais visíveis na escola e nos relacionamentos. A avaliação inclui a história desde a infância, o desempenho escolar e escalas como a SNAP-IV.
Adolescente pode tomar medicação psiquiátrica?+
Quando há indicação clínica, sim, com dose e acompanhamento adequados à idade e sempre em conjunto com a família. A medicação nunca é a única parte do tratamento: psicoeducação, ajustes de rotina, psicoterapia e envolvimento da escola caminham junto.
É possível fazer a consulta online?+
Sim. A teleconsulta é regulamentada pelo CFM e tem a mesma qualidade técnica. Para menores de idade, um responsável precisa estar presente no início da consulta. Quando há medicação controlada em receituário tipo A, a receita pode ser retirada no consultório por um familiar.
Agende uma avaliação para o seu filho ou filha
Presencial nos Aflitos ou online. Atendimento a partir dos 15 anos, com a família envolvida.
Agendar pelo WhatsAppCRM-PE 30267 · RQE 17037 · Shopping ETC, Aflitos, Recife
